[h1]plataforma: Ótimo jogo prejudicado por modelo de lançamento questionável[/h1] O plataforma tem potencial para ser uma experiência narrativa memorável, mas a decisão de fracionar o lançamento em um período de quase um mês compromete significativamente a experiência. Ao adquirir o jogo completo, esperava ter acesso imediato a todo o conteúdo, mas recebi essencialmente uma demo de menos de 2 horas. O cronograma de liberação gradual (2 episódios por semana durante 3 semanas) transforma artificialmente um jogo em uma série episódica forçada. Essa estratégia se torna ainda mais frustrante considerando que as escolhas oferecidas têm impacto mínimo na narrativa. A promessa de "moldar sua própria história" se revela mais como variações superficiais do que ramificações significativas, tornando injustificável o modelo de lançamento parcelado típico de séries interativas. [b]Pontos positivos:[/b] [list] [*] História envolvente e bem construída [*] Humor ácido e inteligente que enriquece a narrativa [*] Qualidade geral do conteúdo disponível é excelente [/list] [b]Recomendação:[/b] Se você está interessado no jogo, sugiro fortemente aguardar até 12/11, quando todos os 8 episódios estarão disponíveis. Assim você poderá desfrutar da experiência completa no seu próprio ritmo, sem as frustrações impostas pelo modelo de lançamento atual. [b]Nota atual: 6/10[/b] (poderia facilmente ser 9/10 com lançamento completo)
Um retorno espetacular às origens da guerra total??? A intensidade do campo de batalha é avassaladora, com um design de som que te coloca no centro do caos, onde cada explosão e cada bala passando perto te fazem sentir a pressão do combate. Visualmente, o jogo é um espetáculo, com mapas gigantescos ou bem trabalhado e cheios de detalhes com uma destruição de cenário que não é apenas um efeito bonito, mas uma ferramenta tática. Aquele sentimento clássico de correr com seu esquadrão em direção a um objetivo, enquanto tanques trocam tiros e jatos rasgam o céu, está de volta e mais forte do que nunca. A jogabilidade do multiplayer é, sem dúvida, o coração do jogo e onde ele realmente brilha. O retorno a um sistema de classes mais definido foi a decisão certa, trazendo de volta a necessidade de cooperação e estratégia em equipe que andava perdida. Cada partida parece um quebra-cabeça tático, onde escolher entre ser um engenheiro para destruir um tanque inimigo ou um médico para reviver seus companheiros faz toda a diferença. Por outro lado, a campanha, apesar de ter momentos cinematográficos grandiosos, parece apressada e não consegue entregar uma história memorável, servindo mais como um tutorial glorificado para as mecânicas do que uma experiência marcante por si só... desperdício de tempo? No fim das contas, minha experiência com Battlefield 6 é extremamente positiva, focada quase que inteiramente em seu robusto modo multiplayer. Apesar da campanha ser um ponto fraco e descartável, a essência do que faz Battlefield ser especial está intacta e refinada. É um jogo que entende que a verdadeira diversão vem dos momentos não planejados: aquela vitória de virada em um mapa, a destruição de um prédio que muda o rumo da batalha, ou a coordenação perfeita com o esquadrão. Battlefield 6 é o sucessor que os fãs esperavam, uma base sólida que resgata o melhor da franquia e aponta para um futuro promissor.